A seleção de trabalhos expostos na entrada da Escola Severim de Faria parte do universo visual da Op Art e tem como referência direta a obra de Bridget Riley, cuja investigação sobre ritmo, contraste e instabilidade percetiva serviu de ponto de partida para os alunos. Estas explorações visuais desafiam a estabilidade do olhar e convocam ilusões de movimento e profundidade. Realizados pelos alunos do 9.º ano, em Educação Visual, os trabalhos revelam não só domínio gráfico, mas também uma reflexão lúcida sobre a forma como vemos e sobre a capacidade da imagem, mesmo quando mínima, de desestabilizar o evidente.

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